capac do blog

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

O que a Psicopedagogia pode fazer para o seu filho?




   A psicopedagogia é um campo de atuação em educação e saúde que lida com o processo de aprendizagem humana, seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio-família-escola e sociedade no seu desenvolvimento.

    O psicopedagogo realiza um trabalho em que se busca a melhoria das relações com a aprendizagem assim como a melhor qualidade na construção da própria aprendizagem de alunos e educadores. Dentro dos consultórios, as queixas frequentes são relacionadas ao fracasso escolar, cuja origem pode vir desde o método pedagógico do professor e da escola até uma dificuldade de aprendizagem própria do aluno. Além disso, há vários graus quando falamos em “deficiência de aprendizagem” e muitos de nós possuímos em vários momentos de nossa vida e sob muitas circunstâncias.

    O encaminhamento torna-se necessário quando o sujeito apresenta alguma dificuldade no processo de aquisição de leitura e escrita, falta de atenção, concentração, sintomas emocionais, dificuldades nas áreas cognitivas e perceptivo motoras.

     No trabalho clínico, se busca não só compreender o porquê do sujeito não aprender alguma coisa, mas o que pode aprender e como. A busca desse conhecimento inicia-se no processo diagnóstico, momento em que a ênfase é a leitura da realidade do sujeito, para então proceder à intervenção que é o próprio tratamento ou encaminhamento.

Principais sintomas no diagnóstico das dificuldades de aprendizagem:

- Dificuldade para compreender e realizar escrita;
- Confusão entre letras simétricas (p/q,n/u,d/b);
- Omissão de letras, sílabas ou palavras;
- Leitura silábica, lenta;
- Rasuras frequentes;
-Espelhamento (casa/asac);
- Letra ilegível;
- Falta de atenção e concentração;
- Troca de sons semelhantes (p/b-t/d-q/c-x/ch-s/z);
- Memoriza textos sem compreendê-los.




                          Francisca da Rosa
 Pedagoga LP-2.168/92 - Especialista em Psicopedagogia.

quarta-feira, 26 de março de 2014

LUDOTERAPIA por Roberta Fernanda Voltolini - Psicóloga


         Criança tem problema? Muitos adultos acreditam que não. Criança só brinca! Diriam eles. Porém a criança, como ser humano que é, tem sentimento, pensamento e comportamento que desde tenra idade estão entrelaçados entre si, um agindo e influenciando o outro. Como tudo na vida tem dois lados, o bom e o ruim, as crianças podem ter maus sentimentos, pensamentos e comportamentos, inclusive levados a tal ponto de se configurar como uma psicopatologia.

         Há casos  que a criança não tem consciência desse sofrimento, podendo apresentar dificuldade em acompanhar as atividades escolares, sono agitado, agressividade, depressão, falta de limites, dificuldade de tolerar frustações, falta de controle sobre a urina e/ou fezes, entre outros comportamentos.

         A LUDOTERAPIA se refere ao momento que através do brincar a criança expressa seus conteúdos internos, conflitos, frustrações, anseios e dificuldades. O Psicólogo, com seu olhar e escuta treinados, lança mão de técnicas e instrumentos próprios da Psicologia para auxiliar a criança na obtenção de uma solução para diminuir ou extinguir a dor, ajudando-a a ter novas respostas a situações rotineiras e respostas adequadas a situações novas.

      A grande maioria das crianças aderem tranquilamente ao tratamento, resultando em melhora nas relações interpessoais, desenvolvendo a tolerância, a espontaneidade, a criatividade, enfim, trazendo a criança e a família uma maneira mais saudável de viver e se relacionar.


                                                                                                    Roberta Fernanda Voltolini
                                                                                                     CRP 123310 -  Psicóloga

segunda-feira, 17 de março de 2014

WISC IV - Escala Wechsler de Inteligência para Crianças


A Escala Wechsler de Inteligência para Crianças – 4a Edição (WISC-IV) – é um instrumento clínico de aplicação individual que tem como objetivo:

 - Avaliar a capacidade intelectual das criança;

 - Avaliar o  processo de resolução de problemas.

Faixa etária: 6 anos e 0 meses a 16 anos e 11 meses .

É composto por 15 subtestes, sendo 10 principais e 5 suplementares, e dispõe de quatro índices, à saber: Índice de Compreensão Verbal, Índice de Organização Perceptual, Índice de Memória Operacional e Índice de Velocidade de Processamento, alem do QI Total.


Fernanda Weber
Psicologa

CRO 12/12282



quarta-feira, 5 de março de 2014

ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO - Roberta Fernanda Voltolini - Psicóloga



    Muito escutamos sobre as crianças “grudadas” na mãe, muitas vezes julgadas “mimadas” ou que “fazem onda”, mas pouco ouvimos o que este comportamento pode estar dizendo da criança. Todo comportamento infantil é digno de “escuta”, visto que a criança pouco consegue expressar seus sentimentos e pensamentos através da linguagem.

Crianças que não conseguem ficar na escola sem a presença da mãe, pai ou responsável, no período em que a professora ainda não se faz presente, ou mesmo na presença da professora, que apresentam grande resistência em se afastar principalmente da mãe, com crises de choro, ou com comportamentos ansiosos, insegura, temerosa, que em casa está sempre no “rastro” da mãe, como um “fantasma”, chamando constantemente por ela, pode estar sofrendo de ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO, um transtorno de ansiedade que prejudica o desenvolvimento da aprendizagem e social da criança, inclusive influenciando negativamente em sua auto-estima e auto-imagem.

Crianças que sofrem de ansiedade de separação são mais propensas e se tornarem adultos com transtornos de ansiedades graves, bem como transtornos afetivos, como a depressão e distimia.

O tratamento consiste em psicoterapia com a criança, orientações aos pais e contatos com a escola, trabalhando em parceria para a superação das dificuldades da criança.

Roberta Fernanda Voltolini
Psicóloga CRP 12/310




Espaço de Convivência Saber Viver
Rua: 906, N 701 - Balneário Camboriú - SC.
 Fone: (47) 3363.7402

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DA MASTIGAÇÃO - Fonoaudiologia




A mastigação é uma função preponderante, uma vez que se trata de um grande estímulo para que o processo de crescimento e desenvolvimento da face possa ter início.
É de suma importância o consumo de alimentos duros e secos para desenvolver a qualidade da mastigação e força muscular oral. Mesmo que o seu filho prefira papas e toda a comida passada/ralada, dê preferência a alimentos em que ele necessite de realizar mastigação.
Quando a criança mastiga exercita músculos importantes (músculos da língua, lábios, bochechas, etc.) para a posterior produção correta dos fonemas (sons) da língua portuguesa.


Grasiela de Melo Mânica
Fonoaudióloga

Espaço de Convivência Saber Viver
Tel.: (47) 3363.7402

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Porque é necessário treinar os pais para que aprendam a avaliar mais positivamente seus filhos?



       Destacando que os pais são parcialmente responsáveis pelo desenvolvimento ou manutenção de padrões de interação familiar perturbadores e, consequentemente, de problemas de comportamento apresentados pelos filhos, os mesmos, dentro de um processo, são peças chaves para a mudança, pois uma postura que um adulto toma em relação a uma atitude de uma criança esta diretamente relacionada à repetição ou extinção deste comportamento.
         Durante o processo terapêutico os pais são vistos como objetivo de mudança terapêutico. Quando os pais desenvolvem a capacidade de avaliar positivamente comportamentos do cotidiano que parecem simples para as crianças deixam de ver isto como obrigação e passam a ver isso como mérito de seus filhos, fazendo com que aumente a autoestima, melhoram a relação pais-filho, tornando-a mais positiva, bem como dando-lhes a oportunidade de discriminar entre comportamentos que os pais apoiam ou não.

                                                                                                                                                                        Fernanda Weber - Psicologia