capac do blog

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

DIVÓRCIO - MUDANÇAS DE VIDA DOS PAIS E DAS CRIANÇAS - FERNANDA WEBER - PSICÓLOGA


























"A separação ou divórcio dos pais pode desencadear a diminuição da saúde física e psicológica, mas não significa por si só a desadaptação no desenvolvimento da criança".

" O divórcio tem sido descrito como um evento estressante para as famílias, porque acontece uma série de mudanças na vida dos pais e das crianças."
                                                                                                                                                                                                                   Fernanda Weber  - Psicóloga

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Avaliação Neuropsicológica da ATENÇÃO

     
        A atenção é geralmente definida como nossa habilidade seletiva de focar em uma coisa, ideia ou tarefa enquanto filtramos as outras distrações. Atenção é a função do nosso cérebro que aloca corretamente nossos recursos de processamento,  é uma das habilidades cognitivas principais do nosso cérebro, pois sem ela seria impossível consolidar nossas memórias.

      A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA permite "medir" os principais tipos de atenção (concentrada, alternada, dividida, sustentada) e avaliar como este déficit esta interferindo na vida do paciente.

     Após a avaliação, é feito um cronograma de atividades específicas e direcionadas para estimular e reabilitar (quando possível) as dificuldades apresentadas.
Algumas das principais causas de déficits atencionais são: TDAH, depressão, fármacos, seqüelas de TCE, esquizofrenia, entre outros.

Giorgia Paula Frohlich
Neuropsicologia
Avaliação e Reabilitação Cognitiva
Terapia Cognitivo Comportamental

 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O QUE É TERAPIA OCUPACIONAL?




       Uma profissão da área de saúde, regulamentada em nível superior, que trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dia-a-dia) possibilitando melhor qualidade de vida. 
Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização de tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização de recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de autonomia e independência possível.

O QUE FAZ O TERAPEUTA OCUPACIONAL

         O Terapeuta Ocupacional busca a recuperação de indivíduos que apresentem problemas cognitivos, afetivos, perceptivos e psico-motores, sejam estes problemas decorrentes de distúrbios genéticos, traumas ou doenças adquiridas.
         O Terapeuta se ocupa da realização de atividades, desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas ou grupos de pessoas que apresentam qualquer alteração na realização de atividades de autocuidado ou interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.

Sinara Paniagua Pinto
Terapeuta Ocupacional
Crefito 10/2604 – TO



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Lição de casa é coisa séria?... Por Francisca da Rosa - Psicopedagoga


          É importante ressaltar que pais e filhos devem criar juntos uma rotina de estudos, desde que os compromissos na realização das tarefas seja sempre do aluno.
         A tarefa não deve ser encarada como um “bicho de sete cabeças” dentro do processo educativo.
O ambiente deve ser propício e prazeroso, tornando-se um processo agradável, sem traumas ou pressão.
         Muitas são as cobranças por parte da escola, família e sociedade.
Tais cobranças podem resultar em comportamentos indesejáveis, como insegurança, ansiedade, nervosismo, tornando nossos educandos desmotivados perdendo o interesse pelas tarefas.
         Os pais devem ajudar de forma positiva que seus filhos desenvolvam habilidades quanto aos seus compromissos nas atividades escolares.
         O envolvimento da família nas atividades enviadas pela escola é fundamental, criam-se laços de comprometimento entre ambos, oportunizando os pais a estarem cientes dos conteúdos vivenciados  e adquiridos em seu processo de aprendizagem.
         O bom êxito do aluno depende das parcelas promovidas entre escola, família e aluno.

Dicas para execução das tarefas

- A família deve estar ciente do encaminhamento da lição de casa, com os dias e a periodicidade que as lições são enviadas.

- Organize o horário que o aluno vai estudar dentro de casa. Observe como ele se adapta melhor, se é pela manhã, pela tarde ou a noite, a negociação é sempre bem vinda, aceite a contribuição da criança ou do adolescente na definição desse horário.

- Fique atento as necessidades do aluno dependendo da sua faixa etária. O aluno precisa de outros recursos para executar as lições, uma gramática ou dicionário atualizado. A internet não oferece todos os recursos e respostas.

- Ampliar o diálogo e não fazer cobranças desnecessárias. Aproveite este momento e fale de outros assuntos também importante criando vínculos positivos nos relacionamentos. As crianças e adolescentes necessitam de momentos de escuta.

- É importante receber orientações da escola sobre as lições e manter-se informado sobre o desempenho do aluno.

- Criar um ambiente adequado, com materiais e recursos pedagógicos, livros, revistas, cola, etc, despertando o interesse e gosto pela realização de tarefas.
Seu filho possui grandes capacidades. Aposte e acredite em seu potencial!

Contribuição: Francisca da Rosa - Psicopedagoga

terça-feira, 13 de maio de 2014

Bullying By Roberta Fernanda Voltolini - Psicóloga


              Bullying, termo inglês que significa “intimidar, ameaçar”, é utilizado para nomear um fenômeno onde há práticas de agressões verbais, físicas e psicológicas contra um aluno ou uma minoria.
Esses comportamentos agressivos são comuns em todas as escolas, sejam públicas ou privadas, e trata-se de um fenômeno social no qual cada estudante desempenha um papel distinto ou como autor (agressor), alvo (vítima), alvo-autor (agressor e vítima) ou como  testemunha/observador. Independente do papel ao qual o aluno está envolvido no bullying, sua atuação é fonte de estresse para todos os envolvidos, causando problemas de ordem física e emocional, em curto e médio prazos, tanto para os alvos quanto para os autores, além de sentimentos de medo, insegurança e tolerância a atos violentos para os observadores.

           O agressor é aquele que vitimiza os mais fracos e costuma manifestar pouca empatia. Ele impõe mediante o poder e ameaça para alcançar aquilo a que se propõe. Geralmente é mais forte que seus companheiros de classe, por ser mais velho ou maior fisicamente que suas vítimas, ou ainda, por apresentar maior habilidade física nas brincadeiras e nos esportes.

         A vítima é aquela frequentemente ameaçada, intimidada, isolada, ofendida, discriminada, agredida. Geralmente o alvo não reage, é pouco sociável, inseguro, possui baixa auto-estima, tem poucos amigos, é passivo, sofre com vergonha, medo, depressão e ansiedade, às vezes pode até se achar merecedor dos maus-tratos sofridos. A criança hostilizada, seja por agressões físicas, verbais, ou isolamento, perde sua identidade no grupo, não se identificando com o restante do grupo, passa a se sentir desmotivada, se desliga, fecha, prefere não participar das atividades em grupo e acaba se descomprometendo com as atividades em sala de aula, pelo medo de se expor a novas agressões. O aluno vitimizado pode apresentar comportamentos e sentimentos que afetam diretamente o seu rendimento escolar, tais quais: desinteresse em ir à escola, sentir-se mal perto da hora de sair de casa, pedir para trocar de escola, revelar medo de ir ou voltar da escola, pedir sempre para ser levado à escola, mudar frequentemente o trajeto entre a casa e a escola.

          O espectador é aquele que presencia as situações de bullying e não interfere e que representa a maioria dos alunos que convive com o problema. Sua omissão deve-se pelo fato de temer represálias, ou ser a próxima vítima de ataque do agressor e, nesse caso, prefere adotar a “lei do silêncio”.
Como psicóloga clínica em minha prática diária é comum receber adolescentes que sofreram a prática de bullying, no papel de vítimas, acarretando consequências sérias tanto em relação a auto-estima, crises de ansiedade, humor deprimido, prejuízo nos relacionamentos interpessoais, quanto no que se refere ao desejo de ir a escola e negação a frequentar as aulas. É de suma importância que os pais e professores fiquem atentos a tais sintomas para que haja intervenção o quanto antes nessas situações, ajudando a criança e/ou adolescente a lidarem com as agressões.

        O psicólogo, tanto no âmbito escolar como no clínico, cada um com sua função distinta, é um profissional capacitado para trabalhar com este fenômeno no âmbito social, escolar, familiar e individual, compreendendo o fenômeno bullying em suas múltiplas facetas e lançando mão de técnicas e instrumentos para trabalhar as questões pertinentes a ele. A psicoterapia trabalhará fortalecendo as emoções e auto-estima dessa pessoa para que não se abale com insinuações e agressões de qualquer tipo.

                                                                                                   Roberta Fernanda Voltolini - Psicóloga


sexta-feira, 9 de maio de 2014

A Aquisição da Linguagem Oral - Grasiela de Melo Mânica - Fonoaudióloga

         


          Na aquisição da linguagem oral, o método como se desenvolve a língua, como se adquire as primeiras palavras, a fala, enfim,  embora natural, é longo e difícil.

           O processo de aquisição da linguagem envolve o desenvolvimento de quatro sistemas interdependentes: o pragmático, que se refere ao uso comunicativo da linguagem num contexto social, o fonológico envolvendo a percepção e a produção de sons para formar palavras, o semântico, respeitando as palavras e seu significado e o gramatical, compreendendo as regras sintáticas e morfológicas para combinar palavras em frases compreensíveis. Os sistemas fonológicos e gramaticais conferem à linguagem a sua forma. O sistema pragmático descreve o modo como a linguagem deve ser adaptada a situações sociais específicas, transmitindo emoções e enfatizando significados.

         A criança em processo de aprendizagem de uma língua materna utiliza-se de vários métodos para se expressarem, como através de uma linguagem não-verbal, com expressão facial, sinais, e também quando a criança começa a responder questionar e argumentar.


                                                                                                  Grasiela de Melo Mânica
                                                                                                       Fonoaudióloga

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Avaliação Neuropsicológica por Giorgia Paula Frohlich


        A NEUROPSICOLOGIA é uma especialidade da Psicologia que aborda as relações entre as funções cerebrais e o comportamento humano. Dedica-se a compreender e a tratar uma grande variedade de alterações que podem resultar de alterações e/ou lesões cerebrais de diferentes tipos.

      O EXAME NEUROPSICOLÓGICO ou AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA é a investigação detalhada das funções mentais conhecidas como funções cognitivas, utilizando-se testes psicológicos e procedimentos padronizados.

Funções Avaliadas:

ATENÇÃO – CONCENTRAÇÃO – LINGUAGEM – ORIENTAÇÃO – MEMÓRIA – PLANEJAMENTO – PERCEPÇÃO VISUAL – RACIOCÍNIO LÓGICO – ABSTRAÇÃO – CÁLCULO, entre outras.
Indicações para Avaliação:

       A avaliação neuropsicológica é recomendada em qualquer caso onde exista suspeita de uma dificuldade cognitiva de origem neurológica ou comportamental:
 - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
 - Distúrbios do desenvolvimento;
 - Dificuldades escolares;
 - Diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência;
 - Epilepsia;
 - Distúrbios psiquiátricos ou neuropsiquiátricos;
 - Lesões cerebrais decorrentes de traumatismos;
 - Doença de Alzheimer e outros tipos de Demências;
 - Acidente Vascular Cerebral (AVC);
 - Esclerose múltipla e outras doenças neurodegenerativas;
 - Déficits causados por abuso de drogas e álcool e outras  
   substâncias. 

                                                                                                              Giorgia Paula Frohlich
                                                                                                                  Neuropsicologia